Projeto de lei institui criação da Carteira do Diabético - Diabetes, Vida e Comunidade

Projeto de lei institui criação da Carteira do Diabético

05/08/2016 - Folha Max


Projeto de lei nº 319/2016, de autoria do deputado estadual José Domingos Fraga (PSD), dispõe da criação da Carteira de Informação do Paciente Diabético. De acordo com o projeto, na carteira constará detalhes de sua patologia, medicações utilizadas e recomendações para o tratamento de urgência e emergência. O principal objetivo, segundo Zé Domingos, é tornar a informação um facilitador em casos de emergência. “Visto que essas pessoas, num momento de emergência, não possui dispositivo de identificação senão o laudo médico pessoal, em papel", justificou o deputado.

Zé Domingos destaca que o fato do paciente não ter uma documentação em mãos pode gerar atraso no atendimento e erros na hora de administrar a medicação, podendo levar o paciente a óbito. “Em alguns casos, como na situação de acidentes onde o paciente dá entrada inconsciente, a carteira de diabético, junto aos documentos pessoais, pode evitar danos irreparáveis”, justifica Zé Domingos.

Na carteira do diabético, segundo texto do projeto, deverá constar nome completo do indivíduo diabético, os nomes dos pais, número do RG, CPF, indicativo DM1 (diabetes mellitus 1) ou DM2 (diabetes mellitus 2) e informação em negrito, com a frase: Paciente diabético, em caso de emergência informar esta condição ao médico atendente."

Sobre a doença

Existem dois tipos de diabetes, a tipo 1, onde o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue ao invés de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

E a tipo 2, que aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Um dos vilões do portador de diabetes é a hipoglicemia, tendo como sintomas mal-estar, visão turva, sudorese, fome intensa, taquicardia e alteração do nível de consciência, recorrente entre pessoas com esse diagnóstico e caracterizada por níveis de glicose abaixo dos 60mg/dL onde os valores ideais estão na faixa entre 70mg/dL e 99mg/dL.

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