Pé Diabético e Amputações: Saiba mais sobre este fantasma que assombra os portadores de diabetes

11/2/2004 - Comunidade DiabeteNet.Com.Br

Dr. Fabio Batista

Entrevista exclusiva do DiabeteNet com o Dr. Fábio Batista -Médico da Disciplina de Ortopedia do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA. Especializado em Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, Atua na Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Pé Diabético e da Amputação de Membros e na Reabilitação de Amputados.


DiabeteNet - Gostaríamos que o senhor nos desse uma definição do que é o Pé Diabético ?
Dr. Fábio - Pé Diabético, mais do que uma complicação do diabetes, deve ser considerado como uma situação clínica bastante complexa que pode acometer os pés e tornozelos de indivíduos portadores de Diabetes Mellitus; assim, pode reunir comemorativos clínicos característicos e em graus variados, isoladamente ou em conjunto, tais como a perda da sensibilidade protetora dos pés, a presença de úlceras em diferentes estágios evolutivos, deformidades, infecções, amputações e também o comprometimento vascular periférico.


DiabeteNet - Complicações como a vasculopatia e a neuropatia podem agravar o quadro do Pé Diabético?
Dr.Fábio - Evidente que sim. Na maioria dos casos e coincidente com a literatura mundial, os fatores de risco associados ao desenvolvimento de uma úlcera no pé foram considerados semelhantes àqueles associados à amputação do membro inferior. Dessa forma, é observado que o fator de risco mais importante para o desenvolvimento da úlcera e para a ameaça do membro é a presença da neuropatia sensitivo-motora periférica, que chega a índices de prevalência de 70%, enquanto os mesmos índices para a doença vascular periférica situam-se entre as cifras de 10 a 20%.


DiabeteNet - Como é feita a avaliação para se definir um paciente com Pé Diabético em risco?
Dr.Fábio - O indivíduo portador de diabetes deve ser visto como um todo. Assistidos por profissionais familiarizados com a abordagem integral do Pé Diabético e que conheçam, pelo menos de maneira geral, as principais patologias que acometem os pés e tornozelos, os portadores de diabetes devem integrar protocolos de avaliação médica bastante criteriosos, visando equacionar esses indivíduos dentro de categorias de risco. Obviamente identificar um pé de risco implica em obter uma boa história clínica do indivíduo, identificando o grau e a forma de controle metabólico do diabetes, as medidas que este indivíduo toma ou conhece referente ao cuidados com os pés e um exame clínico meticuloso, verificando se já existe a perda da sensibilidade protetora dos pés, se há alterações vasculares coexistentes, se há presença ou antecedentes de úlceras, amputações ou deformidades.


DiabeteNet - O indivíduo portador de diabetes de longa data e que chega ao consultório, mas não se queixa de sintomas neuropáticos ou vasculares, significa que ele possui os pés saudáveis?
Dr.Fábio - Não é bem assim que os fatos devem ser interpretados. Os indivíduos portadores de diabetes de longa duração e que não dão a mínima para um bom controle metabólico do diabetes e menos ainda se preocupam com os cuidados diários relativos aos pés, muitas vezes chegam ao consultório com queixas mínimas mas que apresentam graus avançados de comprometimento dos pés, sendo não raro apresentar-se já  na primeira consulta, com a preservação deste membro bastante ameaçada.
Não sentir dor ou ter apenas uma "feridinha" não significa que este pé está saudável. Pelo contrário, já existe um sério envolvimento da sensibilidade dos pés. Vale lembrar que 85% das amputações de membros são precedidas por úlceras, as famosas "feridinhas" que não cicatrizam.


DiabeteNet - Existem graus de intensidade da gravidade para classificar o Pé Diabético com lesão?
Dr. Fábio - Existem sim. Eu vou responder a esta pergunta através de dois exemplos que possam deixar bastante claro.
O primeiro exemplo: Um indivíduo de 60 anos, com diabetes  tipo 2, que apresenta-se bem informado sobre a doença, que controla adequadamente o diabetes, que visita regularmente a equipe multiprofissional especializada no tratamento do Pé Diabético, que usa calçados apropriados, que não apresenta alterações da sensibilidade, que não apresenta úlceras em atividade ou mesmo antecedente delas e que não fuma, certamente encontra-se em um determinado nível evolutivo da doença muito próximo do ideal e que merece todos os méritos e parabenizações por levar bastante a sério este cenário.
O segundo exemplo: O mesmo indivíduo acima de 60 anos, com diabetes tipo 2, que mostra-se negligente à sua condição clínica, rebelde a todos que tentam ajudá-lo, não se preocupa com os cuidados nutricionais, cuidados relativos aos pés, não visita a equipe regularmente ou quando visita não adere às recomendações prestadas, apresenta-se com grave comprometimento da sensibilidade, úlceras de grande profundidade, maus cuidados ungueais e antecedentes de amputação de um ou mais dedos, obviamente precisa ficar atento, pois este posicionamento frente a ele mesmo e à sociedade, jamais poderá ser salutar.


DiabeteNet - A amputação é considerado como o último recurso para pacientes portadores de diabetes com sérias complicações nos pés?
Dr. Fábio - As amputações de membros devem ser vistas não como procedimentos de salvamento ou de última escolha, indicada somente após se ter exaurido todas as possibilidades disponíveis para a manutenção da extremidade. Estas, devem ser vistas de uma forma bastante otimista e real por serem o início de um processo de reabilitação e por proporcionarem, muitas vezes, a reintegração social e afetiva desses indivíduos, além de serem procedimentos técnicos altamente especializados e que requeiram do Ortopedista especializado na abordagem do Pé Diabético, familiaridade com as doenças que acometem os pés, coragem e autonomia na decisão de amputar, conhecimento dos níveis de amputação, de habilidade cirúrgica, de todo o processo de reabilitação e do entendimento, treinamento e acompanhamento evolutivo das soluções protéticas disponíveis.


DiabeteNet - O senhor acredita que os problemas graves do Pé Diabético são passíveis de prevenção?
Dr. Fábio - Obviamente que sim. Se  pudermos ter acesso aos indivíduos que ainda não apresentam nenhum tipo de lesão nos pés ou mesmo que ainda nem sabem do diagnóstico do diabetes, talvez por meio de mutirões de avaliação e busca, e pudéssemos assisti-los de forma interdisciplinar estreitando os relacionamentos entre os diversos profissionais que abordam esses pacientes, oferecendo recursos ideais para um atendimento digno, recebendo auxílio governamental ou privado e mudando o cenário atual desastroso e também  oneroso até economicamente, poderíamos chegar bem próximo do ideal prevenindo mais e economizando mais.


DiabeteNet - O senhor acredita então, que a educação do paciente é indispensável?
Dr. Fábio - A educação e a informação, sem dúvida nenhuma, são consideradas os pontos chaves, mais importantes e mais baratos para uma mudança favorável de prevenção e conscientização deste sério e complexo problema (Pé Diabético), muitas vezes tão desprovido de adequada assistência.


DiabeteNet - O fumo e o álcool podem ser fatores agravantes para pacientes portadores de diabetes, colocando os pés deles em maior risco?
Dr. Fábio - Não só para os portadores de diabetes, o tabagismo e o etilismo têm se mostrado extremamente prejudiciais para a saúde do indivíduo, não só corroborando para um prejuízo e agravamento dos pés neuro-vasculares de alto risco, como também sendo agravante e muitas vezes causadores de doenças de múltiplos órgãos que podem debilitar bastante o indivíduo, comprometendo drasticamente sua qualidade de vida e podendo até levá-los a óbito.


DiabeteNet - Gostaríamos que o senhor falasse sobre a Artropatia diabética, incluindo a Artropatia de Charcot.
Dr. Fábio - A Neuro-Artropatia de Charcot é uma situação clínica bastante grave e que compromete muito a qualidade de vida do indivíduo, além de ameaçar bastante a manutenção do membro caso não seja abordada apropriadamente. O típico paciente portador de artropatia de Charcot encontra-se entre a sexta e sétima décadas de vida, com pés insensíveis, acima do peso, apresentando diabetes de longa duração e tentativas hiperêmicas de remodelação óssea, culminando na grande maioria das vezes, com pés bastante deformados com ou sem úlceras.


DiabeteNet - Como é feito o tratamento deste problema?
Dr. Fábio - O ideal é prevenir e evitar o desenvolvimento deste problema.
Uma vez identificado, deve ser tratado por profissional familiarizado com ele. A artropatia de Charcot passa por diferentes estágios de evolução clínica.
O objetivo do tratamento da artropatia de Charcot nos pés e obter como produto final, um pé plantígrado e estável, livre de úlceras e que possa ser acomodado em calçados apropriados.Nos estágios iniciais da doença ( desenvolvimento e coalescência ) um bom controle metabólico do diabetes e um adequado manuseio ortótico muitas vezes leva a um  resultado desejável e conduz esses pés ao estágio de estruturação e resolução final onde se atinge o objetivo esperado.
Caso obtenha-se no estágio de resolução um pé que não seja plantígrado, que não seja estável ou apresente-se até desarticulado, que apresente úlceras recorrentes com ou sem infecção secundária e que não possa ser "sapatável", a opção cirúrgica deve ser considerada.


DiabeteNet - Por que muitos pacientes portadores de diabetes apresentam uma pele seca e grossa?
Dr. Fábio - É verdade. Alguns pacientes apresentam a pele fina e não grossa, além de seca e quebradiça, o chamado quadro de anidrose. A menos que você esteja se referindo a quadros de hiperqueratose, mas creio que não.
Isso acontece em decorrência da neuropatia autonômica, também complicação do diabetes, e cujo alvo principal se dá sobre a inervação dos anexos cutâneos, em particular as glândulas sebáceas e sudoríparas, comprometendo evidentemente a função adequada das mesmas. Este é um fator agravante do Pé Diabético, pois através de fissuras cutâneas, se abrem portas de entrada para germes oportunistas, que poderiam levar a quadros infecciosos de graus variados. Orientação quanto a forma de hidratação cutânea faz parte dos cuidados a serem prestados.



DiabeteNet - Pode acontecer de coexistir em um mesmo Pé Diabético, uma condição de neuropatia, vasculopatia e até mesmo infecção?
Dr. Fábio - Pode sim. Na grande maioria das vezes o quadro neuropático é mais prevalente. Entretanto, a coexistência de neuropatia periférica, do comprometimento vascular e do envolvimento infeccioso do membro, aumenta muito a gravidade do caso e ameaça demais a manutenção da extremidade.


DiabeteNet - A partir do momento em que uma pessoa se torna portadora de diabetes, quando ela deve começar a fazer uma avaliação dos seus pés?
Dr. Fábio - Imediatamente esses pacientes devem ser envolvidos no cenário transdisciplinar especializado na abordagem integral do Pé Diabético, recebendo informações sobre a doença, sobre a importância dos cuidados diários, sobre os riscos de uma abordagem inadequada e sobre os profissionais que devem fazer parte deste time.


DiabeteNet - Um paciente que se torna euglicêmico por meio de um transplante de pâncreas deve continuar mantendo os mesmos cuidados de um portador de diabetes não transplantado em relação aos cuidados de seus pés?
Dr. Fábio - Sem dúvida que sim. As lesões neuropáticas instaladas antes do transplante se mantém e devem continuar sendo monitorizadas e tratadas da mesma forma que no paciente não transplantado.


DiabeteNet - Gostaríamos que o senhor deixasse uma mensagem aos pacientes portadores de diabetes e também àqueles já transplantados, sobre a melhor maneira de evitar que eles tenham graves problemas nos pés.
Dr. Fábio - É importante que todos se conscientizem de que o Pé Diabético pode assumir uma forma  clínica bastante grave, que além de  comprometer muito a qualidade de vida dos portadores de diabetes e ameaçar não só a manutenção do membro mas também da vida,onera demais economicamente os pacientes, a sociedade e os sistemas de saúde públicos ou privados. Assim, a abordagem interdisciplinar desempenhada por profissionais treinados e bem preparados na abordagem do Pé Diabético em sua essência e totalidade, informando, educando e assistindo não só aos pacientes, mas também a todos que se interessam pelo tema e por esta problemática,  torna-se um dos pontos fundamentais no desfecho favorável deste cenário.
Obrigado a todos e à disposição,


e-mail: dr.fabiobat@bol.com.br

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Comentários sobre este conteúdo

  • viviane
    3/7/2010 - 17:06

    minha mae amputou os dedos dos pes nao sei como agir...

  • Sônia
    6/10/2010 - 14:56

    Olá, Boa Tarde! meu pai de 65 anos, diabetes 2, fumante, pressão alta, com úlcera de pé há mais ou menos 3 meses, internou, com a triste possibilidade de amputar o dedo, rebelde, mal criado, no momento, está no soro, mais antibiótico, há possibilidade de esperanças?

  • Matilde
    22/10/2010 - 10:38


    Estou diabeticas cinco anos, sinto muitas dores no pé direito uma dor partindo do dedo grande até o meio do pé e do outro lado sinto uma sensibilidade muito forte parece que esta min cortando, a quem deve procurar. Tem tratamento na rede pública, parque extremanente carente, de dinheiro o que devo fazer. muiito obrigada. MATILDE PEREIRA

  • miriam
    7/11/2010 - 23:17

    Boa noite!minha mãe tem 80 anos e diabetes tipo2 a mais de 30 anos,no momento esta hospitalizada e já amputou dois dedos e uma margem do peito do pé,no dia 01/11 agora dia 08/11 vai fazer outro precedimneto de raspagem da necrose pois esta com um ferimento enorme por baixo do pé chama mal perfurado,tem possibilidades de se recuperar pois esta tomando clauvulim a mais de 20 dias .obrigada

  • nilmara
    15/11/2010 - 23:58

    miha mãe de 60 anos a 5dias amputou o dedo do pé ´gostaria de saber quais os cuidados que devo ter , e alimentação tambem quero saber que ela deve comer ou não por favor me ajude . outra coisa que quero saber ela corre risco de vida

  • Ana
    8/1/2011 - 18:37

    Boa tarde, muito esclarecedora a matéria, mas ainda tenho dúvidas, meu marido soube que é diabético a 5 dias, mesmo tomando remédio, ainda se sente mal, e o indíce glicemico ainda não se equilibrou, sente as pernas dormentes, fraqueza nas pernas, isso é normal? oque poderia ser feito, conjuntamente com o remédio q toma: janumet 50/850, além da dieta.

  • JOÃO CARLOS MENDES D
    17/5/2011 - 18:41

    ESTOU PREOCUPADO, DEPOIS QUE COMECEI A USAR INSULINA 10 UN A NOITE, TIVE INFLAMAÇÃO NO DEDÃO DO PÉ DIREITO E JÁ VEIO A FURO MAIS O DEDO CONTINUA AVERMELHADO E DE VEZ ENQUANTO SINTO FISGADAS NO DEDÃO E O MEU MÉDICO ESTÁ MARCADO SÓ PARA07/07/2011, SINTO TAMBÉM MUITAS DORES NOS CALCANHARES E CANSEIRAS NAS PERNAS, TENHO 50 ANOS

  • juliana
    15/1/2012 - 19:07

    minha mae amputou o dedo e sente muita dor o que posso fazer para amenizar a dor e a perna dela esta muito vermelha e incha muito...

  • Ana
    30/1/2012 - 00:19

    Bom noite, meu pai a 5 anos amputou o dedo grande do pé esquerdo, em dezembro de 2011 amputou primeiro os dedos do pé direito, depois meio pé, e por fim meia perna ou seja abaixo do joelho, pois não estava a cicratizar. aparecer no alcanhar esquerdo do pé uma ferida que está a ser tratada mais está escura. Ele tem 77 anos, é hipertenso (presão alta), está internado deste 12 de Novembro até apresente data e agora apareceu uma ascará nas costa que também me preocupa. É possivel fazer uma baypasse? Como fazer para não perder a outra perna? Encontro me no Brasil e muito preocupada com a saúde do meu pai, o que me aconselha? Ele está no hospital publico.

  • helio a. tostes
    28/6/2012 - 07:48

    amputei o dedao do pe esquerdo,onde encontrar lojas de calcados para o meu caso?

  • joao carlos
    28/6/2012 - 17:25

    sou diabetico a des anos logo que descobri parei de fumar e beber, agora estou com meus pes muito senciveis quase nao durmo a noite muita dor tenho 37 anos o que devo fazer para parar esta dor.

  • gecyron
    4/7/2012 - 21:52

    minha esposa tem diabetes e precisa de calçados,pois tem os pes sensiveis.onde encotrá-los?

  • gecyron
    4/7/2012 - 21:52

    minha esposa tem diabetes e precisa de calçados,pois tem os pes sensiveis.onde encotrá-los?

  • jorge Luiz
    4/8/2012 - 21:10

    A quem possa ajudar, sou diabético a 30 anos, tomo insulina 4 x /dia, tive uma ferida no dedão por 2,5 anos e fechou com exposição ao raio da solda elétrica, pois o campo em redor da máquina transforma -se em OZÔNIO, que é oxigênio puro, cicatriza qualquer coisa...Existe em certos hospitais camara de ozônio, e em salões de beleza, hoje tenho 57 anos, faço musculação,aeróbica que me levantou do "túmulo", sou saradão (meio cego por que deixei correr solto) , mas a ginástica levanta qualquer diabético...não é fácil, ainda de quebra pratico muay thai. Remédio, comida controlada, exercicio todo dia, e muita alegria, e nada de brigar com a mulher, pois ela é a melhor amiga,. Devo tudo à minha Márcia, que me incentivou aos cuidados e esportes, eu tinha 63 kls, agora 81 de massa magra...e fazem só 3 anos que faço exercicios. Boa sorte e Deus nos Salve de morrer aos poucos, vamos morrer inteiros. Abçs

  • Regina
    17/9/2012 - 19:49

    Obrigado pelo esclarecimento,gostaria de endereços de profissionais que cuidam desta áre pois meu irmão está com sérios problemas de pé inclusive está nos hospital com raspagem e amputação de dois dedos e com muita dor é normal sentir dor assim faz tres dias hoje deste procedimento .um abraço até breve

  • roseli dias
    17/9/2012 - 20:09

    meu marido amputou o dedo do pe um so mas ainda tem pus e incha muito agora no outro dedo do lado ta inchado saiu um caroço do lado a diabete e de 300 pra cima o que sera que e isto npo dedo agora obrigada

  • roseli dias
    17/9/2012 - 20:09

    meu marido amputou o dedo do pe um so mas ainda tem pus e incha muito agora no outro dedo do lado ta inchado saiu um caroço do lado a diabete e de 300 pra cima o que sera que e isto npo dedo agora obrigada

  • Luma
    20/10/2012 - 11:18

    DR.Fabio gostaria de saber sobre o tratamento a laser no pé diabetico pois meu marido já amputou o metatarso. Ele agora esta com uma ulcera que não fecha há 5 meses, os medicos dizem que não veem infeccção. O Sr. Qdo vem ao Rj? Qual seu email, por favor. Grata

  • Luma
    20/10/2012 - 11:19

    DR.Fabio gostaria de saber sobre o tratamento a laser no pé diabetico pois meu marido já amputou o metatarso. Ele agora esta com uma ulcera que não fecha há 5 meses, os medicos dizem que não veem infeccção. O Sr. Qdo vem ao Rj? Qual seu email, por favor. Grata

  • priscila
    30/11/2012 - 01:42

    boa noite.. meu pai tem 62 anos a 2 anos descobriu.que e diabetico. e hipertenso.. atualmente faz uso de medicaçoes mas infelizmente come de tudo. sendo que nao possui controle da diabetes.. A 4 meses esta sentindo dores nos pes inchaço e dormencia na sola dos pes. Foi ao medico ma qual receitou apenas antiflamatorio enao resolveu nada o eu faço .. me ajude.. onde devo levalo ja que apenas temos.o SUS.? E grave os pes ficarem dormentes.. Obrigada desde ja...

  • Milton Amancio
    25/2/2013 - 08:12

    Bom dia Dr. Eu sou portador de diabetes e tenho 25 anos meu pé tem um calo embaixo do dedo que nao quer sarar eu já tomei 20 remedios de antibiotico e nada eu fiz o exame de diabete no sangue e deu 185mg eu tomo metiformina e glibleclamida mais mesmo assim nao baixa e no teste do dedo com o aparelho de glicemia ele da 400mg eu nao entendo. Numca tomei isulina vou ao medico amanhã. Obrigado desde já Dr.

  • Aparecida
    4/4/2013 - 00:11

    Boa noite Dr.Eu tenho um cunhado de 45 anos que é diabetico mas nao se cuida, ai ele se feriu no pé fui para o hospital e fiseram raspagem mas não adiantou ai ele teria que corta a perna mas ele não aceitou e veio para casa. O que fase nesse caso?

  • Vilma
    26/4/2013 - 15:53

    Boa tarde Dr. Meu esposo foi acometido por uma infecção bacteriana no 4° dedo do pé direito, começou como uma frieira, meses tratando com antibioticos não teve resultado. Foi hospitalizado com osteomilite neste mesmo dedo, foi amputado, passou 60 dias depois da cirurgia, começou a infecção no 5 dedo; foi hospitalizado novamente, amputado o 5 dedo e intermitentes. Agora, estou apreensiva, ele sente muita dor e o hospital receitou somente analgésico se sentir dor, ( não resolve continua sentindo muita dor) está correto este procedimento? Desde já agradeço atenção e estou a disposição.

  • joana darc
    30/4/2013 - 08:45

    Bom dia Dr.sou diabetica ja ha mais ou menos 20 anos,acompanho sempre com uma equipe medica que agora me encaminhou para fazer a cirurgia bypass,ja estou com a cirurgia marcada ,com intuito de me ajudar noc controle do diabets,sinto fisgadas, formigamento e dormencia nos pes que incomodam muito,meu medico me receitou amitriptilina para aliviar ,deu algum resultado mas,nao de todo.essa noite esfriou umpouco eparece que esse problema ficou pior,dormi mal.fico muito assustada.tomo insulina duas vezes ao dia.queria sua opiniao,se possivel:primeiro:mesmo com a cirurgia e perda de peso esses sintomas vao continuar???depois que chega nesse estagio nao melhora essa dormencia???lembrando que a mais ou menos 1 ano e que comecei a sentir esses sintomas,nao tenho feridas nos pes e cuido bem da higiene e com o uso de calçados adequados...desde ja obrigada.

  • Melquisedeque Dias d
    25/5/2013 - 16:42

    Minha sogra amputou o pé alem dos curativos com pomada e óleo tem algum outro tratamento para auxiliar na cicatrização?

  • Mriami
    14/7/2013 - 16:50

    Onde posso encontrar as respostas para as perguntas feitas aqui?

  • Wilma Alves
    7/12/2013 - 17:46

    Qual grau de um pé diabetico que é necessário amputação? em que exames os medicos se baseam para amputar um pé diabetico?

  • Renato Linhares
    5/1/2014 - 22:28

    Tenho 46 anos e sou diabético tipo 2 a 6 anos, mesmo tendo um bom controle glicemico venho nos últimos meses, sentido uma dor na lateral do dedão do pé que vai até o peito do pé! Ao toque no dedão tenho a sensação de dormência!
    Este incomodo indica que tenho pé diabético! Qual procedimento deve seguir?

  • Maria de Fatima R. C
    1/2/2014 - 15:29

    estou preocupada ,pois estou com un pac. que amputou o dedo ,maior do pe D e cada dia a taxa de diabete so aumenta, que devo fazer. com o curativo?

  • Cibele
    21/3/2014 - 11:11

    Olá. . Meu pai amputou o dedo do meio do pé há um mês, retornando na consulta o médico o internou novamente para amputação de outros dedos... Será que foi alguma coisa na alimentação que prejudicou a cicatrização e fez voltar a infecção. ? Ja que quando ele saiu do hospital estava bem... Quais os alimentos restritos para quem passa por essa cirurgia. ?
    Att
    Cibele Fernandes

  • Maria do Carmo de Fr
    20/4/2014 - 20:03

    Meu esposo amputou o pé esquerdo, cortou ficando só o calcanhar. Gostaria de comprar sapatos e sandálias para o caso dele, pois ele usa um sapato com enchimento na frente e uma meia de silicone, mas fica muito abafado o dia todo. Gostaria de um calçado que o pé dele tomasse mais ventilação.

  • gibba
    24/5/2014 - 11:49

    gostaria saber sobre sapatos apropiado para sesibilidade da palma do pe

  • gibba
    24/5/2014 - 11:50

    gostaria de saber sobre sapatos paravsesibilidade no pe

  • fatima
    21/8/2014 - 06:57

    gostaria de saber qual o tratamento para aliviar o pe fantasma, tenho a senssacao de sentir choques na perna amputada.obgda

  • mariana
    4/9/2014 - 06:10

    Bom dia!! Há 2 meses precisei amputar o meu dedão do pé esquerdo, ainda estou em fase de cicatrização, tenho 43 anos. Gostaria de saber se vou precisar sapatos especiais. E o que fazer?? Grata .

  • evandro
    30/9/2014 - 09:08

    Minha Mae ten diabetes à 35 anos so agora que apareceu ima ferida embaixo da sua unha do PE quando foi ver ja era tarde teve que amputar o pé

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