Autoteste facilita o tratamento da diabetes - Diabetes, Vida e Comunidade

Autoteste facilita o tratamento da diabetes

27/06/2008 - Diário da Serra


O dia 27 de junho, Dia Nacional do Diabético, tem um motivo para ser comemorado. Além dos tratamentos tradicionais, como dietas, exercícios e injeções de insulina, o diabético pode controlar seu nível de glicose de maneira simples e rápida. O teste ´Tiras de Glicose´ é capaz de detectar a quantidade de glicose na urina.

A empresária Cristina Costa, de 48 anos, relata como o teste a auxiliou. "Eu me senti mal enquanto estava no banho. Imediatamente, fiz o teste e o resultado detectou uma quantidade alta de glicose na urina. Rapidamente tomei meus remédios e meu nível de glicose voltou ao normal", ela diz que se fosse fazer um teste tradicional para medir a taxa, talvez fosse tarde demais.

O exame mais comum para constatar o nível de glicose no sangue é conhecido como Glicemia de Jejum. Nele, o paciente deve estar em jejum, de pelo menos 8h e recomenda-se que o exame seja feito no período da manhã. O teste é realizado através do sangue venoso. A taxa de glicose é considerada normal quando está numa faixa de 70 a 110 mg/dl, se a variação for superior a 140 mg/dl já é possível confirmar o diagnóstico de Diabetes.

O autoteste Tiras de Glicose é uma alternativa para medir a glicose sem o incômodo de agulhas e jejum prolongado. O procedimento é simples, uma tira deve ser mergulhada no recipiente onde foi coletada a urina. Após 2 segundos, a tira deve ser retirada do recipiente. Feito isso, em cerca de 30 a 60 segundos o resultado aparecerá. A cor da tira deve ser comparada com a da escala cromática. O teste deve ser realizado mais ou menos 2 horas após a primeira refeição do dia (desjejum).

A diabetes é uma doença que acomete cada vez mais a população. Trata-se de um distúrbio metabólico que altera os níveis de glicose no sangue, dificultando a secreção de insulina. No mundo todo, há cerca de 150 milhões de pessoas diabéticas, deste total estima-se que 11 milhões sejam brasileiros.

O crescimento da doença é diretamente proporcional ao aumento da obesidade e da vida sedentária. Os países em desenvolvimento são, atualmente, onde existe maior incidência de casos de diabetes. Isto demonstra o diagnóstico tardio e a falta de um tratamento adequado para controlar a doença.

Estudos mostram que após 15 anos com a doença, aproximadamente 2% dos pacientes diabéticos ficam cegos e cerca de 10% adquire deficiência visual grave. Outras complicações da diabetes são: rachaduras nos pés, infarto do miocárdio, derrame cerebral, hipertensão arterial, nefropatia (insuficiência dos rins), úlcera nas pernas e amputações.

O tratamento correto da doença não só possibilita uma melhor qualidade de vida para o diabético, como também impede a ocorrência dessas complicações crônicas.

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