Entrevista: Júlio César Voltarelli, imunologista do Centro de Terapia Celular - Diabetes, Vida e Comunidade

Entrevista: Júlio César Voltarelli, imunologista do Centro de Terapia Celular

16/08/2008 - Gazeta Online


As células-tronco guardam a esperança de cura para milhares de pacientes portadores de doenças degenerativas. Esperança real, como atesta o imunologista Júlio César Voltarelli. Mas é preciso ter consciência de que isso acontecerá no futuro, para não cair em promessas, como ele define, "picaretas". "As perspectivas são animadoras. No futuro, elas serão a solução para muitos problemas", diz o médico, que coordenou o tratamento que livrou 14 pacientes diabéticos do uso diário de insulina, a partir do transplante de células-tronco. Voltarelli, que coordena o Centro de Terapia Celular, ligado à Universidade de São Paulo (USP), esteve em Vitória na última quinta-feira, para participar do evento "Encontros A GAZETA", onde o tema foi debatido.
 
Quais as indicações terapêuticas para as células-tronco?

Há dois tipos de indicações terapêuticas: uma delas já está estabelecida há muito tempo, mas da qual ninguém fala muito, que é o transplante de medula óssea, usado para tratar leucemia e outras doenças neoplásicas do sangue, em que o paciente é tratado com quimioradioterapia e injetamos células-tronco, geralmente da medula, mas pode ser do sangue ou do cordão umbilical. É conhecido como transplante de medula óssea, mas na realidade é transplante de célula-tronco.
 
E qual é o outra?

O outro grupo, que é mais polêmico e que tem mais novidades, é usar a célula-tronco para regenerar órgãos que estão doentes, na chamada terapia regenerativa. Aí, inclui células da medula óssea, do cordão umbilical e também a embrionária. Essa parte é toda experimental. Não tem nenhuma indicação absoluta, convencional, mas dá uma esperança muito grande a pessoas que possuem doenças degenerativas, tais como doenças do cérebro, do pulmão, fígado, rins, pâncreas, como o diabetes.
 
Com que tipo de tratamento experimental o senhor trabalha?

O que eu faço é intermediário entre as duas. É uma novidade, mas é um transplante parecido com o convencional. Só trato pacientes com diabetes que é de causa imunológica, que chamamos de Diabetes tipo 1, aquele em que o sistema imunológico agride o pâncreas. Eu faço quimioterapia e jogo a célula-tronco para parar o processo de agressão. É algo que só está sendo feito no Brasil.
 
O custo do tratamento é alto?

Pode chegar a R$ 30 mil, mas na realidade é de graça, o SUS cobre totalmente. É barato se pensar no custo da diabetes para o resto da vida.
 
Como estão os pacientes hoje?

A pesquisa foi desenvolvida com  um grupo homogêneo de 20 pessoas, com diabetes tipo 1, e todos pararam de tomar insulina. Posteriormente, seis voltaram a tomar insulina e estamos tratando de outra forma. Os outros 14 estão sem tomar o medicamento. Alguns há quatro anos, outros há três, uma média de dois anos. Vamos ter que acompanhá-los para o resto da vida.
 
Então não foi uma cura?

É uma experiência, outra coisa que às vezes não é entendida. Pode dar certo ou não, mas é difícil para um paciente entender que ele é realmente uma cobaia. Quando comecei a fazer o tratamento não achava que não fossem precisar mais de insulina, mas que fossem reduzir o uso. O resultado foi melhor do que eu esperava.
 
Já existe um novo grupo?

Estamos começando um novo grupo. Vamos tentar fazer uma célula-tronco que não necessite de tratamento quimioterápico. Se der certo, vou usar em crianças. Todo o tratamento é altamente regulado pelo Ministério da Saúde. Pedi para trabalhar com 15 pacientes, autorizaram cinco, vou mandar o resultado e, se tiver bom, faço com mais dez.
 
O estudo que o senhor fez chegou a ser criticado pela participação de crianças. Elas devem ser utilizadas como cobaias?

Na realidade não usamos crianças, mas adolescentes acima de 12 anos, porque o diabetes tipo 1 é dessa faixa etária e, se não puder trabalhar com crianças, o pediatra não pode fazer pesquisa.
 
O tratamento com células-tronco permite a recuperação de tecidos e órgãos já lesionados?

Teoricamente. No momento não é possível porque todas as terapias são experimentais. Se conseguirmos fazer a célula-tronco se diferenciar nos tecidos lesionados, isso será possível. Se você pegar uma pessoa com uma obstrução na artéria, que impede o sangue de chegar aos nervos, começa a ter gangrena e a alternativa será a amputação. Neste caso, você injeta célula-tronco ao longo do membro e ele volta ao que era antes. É um exemplo de que ela pode, teoricamente, fazê-lo voltar a funcionar como antes.
 
Vale para qualquer parte do corpo humano?

Para problemas degenerativos, vasculares, inflamatórios, teoricamente. Agora, há um trabalho enorme pela frente para fazer as coisas funcionarem.
 
Esse é o maior desafio?

Sim. Com a utilização de células embrionárias, por exemplo, não há, ainda,  nenhum tratamento em andamento. Então, o desafio é fazer a terapêutica funcionar.
 
O que há de mito e de verdade quando se fala em célula-tronco?

O mito é que ela vai curar tudo, qualquer doença, de qualquer órgão. A verdade é que ela, hoje,  cura algumas doenças hematológicas. Isso o SUS paga, é chamado de transplante de medula óssea. Nem sei se Vitória já possui um centro para tratamento...
 
Já há um hospital se credenciando.

No Brasil há, pelo SUS, 50 centros, com pessoas tratando leucemia, doenças da medula, do sangue, doenças genéticas. Para essas doenças funciona, mas não 100%. Eu recebo e-mails todo dia de pacientes que querem célula-tronco para tudo. Uma pessoa com meningite e ficou com seqüelas, quer célula-tronco, e para isto não existe ainda tratamento.  O mesmo caso é o do indivíduo que sofreu um acidente de trânsito, lesou a medula espinhal e quer célula-tronco. No futuro, é possível que se tenha tratamento, mas tem que provar que funciona. O povo pensa que funciona para tudo. Eu acho que vai funcionar para muita coisa.
 
Há dificuldades para a obtenção de células-tronco?

A embrionária é um problema porque você tem que pegar o embriãozinho da clínica de fertilização, que está congelado, colocar no meio de cultura, fazer reviver, multiplicar e dar origem à célula que você quer. É difícil de fazer, mas não é impossível. Agora, a obtenção da medula óssea do cordão umbilical é fácil, faz parte daquilo que já está estabelecido.
 
Mas depende de doações?

É. O da medula tem os banco de doação voluntária, mas a maioria das vezes colhemos de parentes, quando há compatibilidade.
 
No futuro poderemos pensar em um perfil genético?

Será possível com o genoma dizer quais as doenças o bebê vai ter. Hoje não é possível. Isso vai mudar a medicina, será possível individualizar a terapia, indicar qual o melhor tratamento. Também vai ser mais barato e, se você souber qual a terapia, os riscos vão ser menores.
 
E as questões éticas, como vão ser solucionadas?

As questões éticas praticamente só existem no uso da célula embrionária, no resto não. No caso do cordão existe uma questão ética e também econômica, porque o SUS não paga a armazenagem do cordão da própria pessoa, para que ele possa usar no futuro ou doar a seu irmão. A pessoa tem que pagar e é caro. Só pode ser feito em banco privado. O SUS está certo porque as aplicações deste sangue do cordão, atualmente, são muito pequenas, praticamente zero. A questão ética é porque o cara que tem dinheiro pode congelar. O que não tem dinheiro, como o SUS não paga,  ou ele joga fora ou doa. Mas é claro que as maiores questões estão ligadas à célula embrionária. Com a lei que foi aprovada no Brasil você pode usá-las para pesquisa desde que a família doe e que o embrião esteja congelado há mais de três anos. Então, não vejo  problema ético. O embrião está lá, congelado, ou já foi usado ou a familia não quer mais usar. Se não doar, um dia vai ser jogado fora.
 
Mas há questões éticas ligadas à forma de utilização?

O embrião tem que ser destruído para dar origem a uma linhagem celular que vai ser usada de forma terapêutica. Mas se não for utilizado desta maneira, esse  embrião vai ser jogado na pia um dia. Ninguém vai mantê-lo congelado indefinidamente. Então, é muito melhor utilizar  para pesquisa do que descartar. Existem outras questões, como a clonagem de um indivíduo. Se tirar uma célula da tua pele, juntar com um óvulo, cria-se embrião geneticamente igual a você. Se for implantado numa mulher, vai nascer uma pessoa igual a você. É isso que a ciência é contra, porque vai criar um problema enorme. Pessoas que perderam um filho vão querer cloná-lo, vão ter a expectativa de que a pessoa será igual à outra. Agora, você utilizar embriões armazenados há mais de três anos  para criar linhagens, com aplicação terapêutica, não vejo problemas.
 
O que são linhagens?

É um monte de células. Você pega o embrião, coloca uma sopa de fatores de crescimento, e vai dar origem, por exemplo, a neurônios, para tratamento de doenças neurológicas. Tem linhagem para insulina, células do fígado, dentre outras. De um mesmo embrião posso ter várias linhagens, dependendo da sopa de fatores de crescimento em que for colocado.
 
E quem produz essas linhagens?

Empresas ou universidades. Quando a empresa faz, ela patenteia e cobra. Esse é um problema. Ela vende estas linhagens.
 
Já existe produção de linhagens no Brasil?

Há alguns centros, poucos,  tentando. Isso começou a se estruturar a partir da aprovação da Lei de Biossegurança.
 
O senhor trabalha com células embrionárias?

Não. Meu trabalho é mais clínico. Mas tenho interesse, se alguém oferecer uma linhagem para teste.
 
O que o senhor diria para um paciente que tem uma doença cuja cura só poderá ser obtida com a célula-tronco?

Continue sonhando, porque a hora em que você perde a esperança, está liquidado. Agora, é preciso sonhar com informação, porque outro problema ético são as pessoas que se aproveitam dessa esperança. Foi o que aconteceu quando criaram um tratamento injetando células liofilizadas, transformadas em pó. Não tem nenhum efeito, e vendiam a um preço exorbitante. Era picaretagem. Está cheio de picareta. Então você tem que ter esperança, mas sabendo que vai demorar para chegar à cura de várias doenças, sabendo que não vai ser para hoje, consultando sempre o seu médico, indo nas fontes de informação, como internet e revistas. Esperança, mas com um pé atrás.
 
O que deve fazer um paciente que desejar participar de seu grupo experimental?

Mandar um e-mail para mim, e a gente faz a seleção.
 
O senhor descobriu ser portador de diabetes durante o tratamento com os primeiros pacientes.

Faz dois anos que ela foi diagnosticada, mas está controlada, e não é como o tipo um, que é muito grave. Tomo remédio, jogo tênis, e controlo a boca.

Participe do fórum: Você é a favor da liberação das pesquisas científicas utilizando células-tronco embrionárias?

Perfil
 
O imunologista Júlio César Voltarelli é formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) (1972), com mestrado e doutorado em Clinica Médica pela FMRP-USP
 
Pós-Doutorado em Imunologia Clínica e Histompatibilidade na Universidade da Califórnia em São Francisco, EUA (1987), Pós-Doutorado em Transplante de Medula Óssea no Fred Hutchinson Cancer Research Institute, Seattle, WA, USA (1988) e Pós-Doutorado em Transplante de Medula Óssea e Imunologia no Scripps Research Institute, San Diego, CA, USA (2000)
 
Atualmente é Professor Titular de Clínica Médica e de Imunologia Clínica da FMRP-USP, Coordenador da Divisão de Imunologia Clínica do Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP, da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital das Clínicas da FMRP-USP, do Laboratório de Imunogenética e Histocompatibilidade do Hemocentro do HCRP-USP e do Protocolo Clínico Cooperativo Brasileiro de Transplante de Células Tronco Hematopoéticas para Doenças Auto-Imunes
 
Contatos: Júlio César Voltarelli -  (16) 2101-9364 (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), e-mail: jcvoltar@fmrp.usp.br
A Comunidade DiabeteNet.Com.Br tem como finalidade informar e interagir com os seus usuários. Antes de qualquer decisão ou atitude, é indispensavel a discussão sobre os pontos aqui abordados juntamente com médicos de sua confiança.

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Comentários sobre este conteúdo

  • yasmin
    19/06/2009 - 15:16

    gostaria de saber mais pois meu pai tem diabetes, e se tem algum tratamento e seu poderia doar a medula ossea para ele entre em contato pelo meu email

  • Lucia
    17/04/2010 - 11:26

    Caro Dr.Voltarelli fui diagnosticada com HTLV1 gostaria de saber se tem alguma pesquisa com celulas troncos queria muito me inscrever para ser cobaia.Agradeço e parabens.

  • Richard
    17/04/2010 - 16:47

    ola dr tenho atrofia dos testiculos gostaria me informar melhor com o senhor se exixte aulgum expermento com selulas tronco para a reconstrução dos testiculos , ou se esse tratamento ja existe
    gostaria de falar com o senhor por tel . para conversarmos com mais clareza assim posso tirar todas as minhas duvidas,.... me de um tel. de contato......... para podermos falar
    obrigado .

  • goreti
    27/04/2010 - 02:13

    gostaria de me escrever para pesquisa com celula tronco ,tenho artrose quadril ,esquerdo,direito,desgaste no quadril.

  • erci
    22/05/2010 - 22:14

    estou cansada de tantas dores ,devido a artrose nos joelhos,bacia direita ,e em outras articulações, que me fazem infeliz, pois as pessoas acham que faço corpo mole
    em casa, para andar, e no trabalho. Aceite-me na sua pesquisa, tenho certeza que terá sucesso comigo!

  • Rainer
    21/06/2010 - 12:36

    Bom dia.
    Venho por meio deste e-mail pedir uma ajuda a respeito de meu pai, cujo diagnostico deu E.L.A.feito os exames em Minas Gerais na cidade de Ipatinga pelo Dr.Leonardo de Oliveira Campos que é um excelente neurologista do Hospital Marcio Cunha.Meu pai está com 61 anos hoje, ja começou o tratamento mais não estamos notando uma melhora, por isso venho pedir sua atenção pois sou um homem de fé em Deus, e tenho esperança no tratamento feito com células tronco.
    Obrigado pela atenção.

    Rainer.

  • kleber
    27/08/2010 - 22:41

    Dr. Julio C. Voltarelli. Boa Noite! Gostaria de saber mais sobre essa pesquisa de células tronco em pacientes com diagnóstico recem descoberto e como se inscrever. Meu sobrinho tem 12 anos de idade e no dia 25/08/2010 foi constatado diagnóstico de Diabete Melitus Tipo 1. Os primeiros sintomas começaram a aparecer há uma semana até confirmar essa doença. Ele se encontra internado no Hospital de Servidor Público do Estado de São Paulo. Por favor me reposnda esse email. Obrigado Kleber!

  • Andréia
    10/09/2010 - 19:09

    Júlio
    Boa tarde
    Minha mãe trata desde que nasci a 39 anos de diabete mellitus porem acreditamos que como desde criança sofria dores nas pernas,fraqueza, e era muito doente a ponto de passar vários dias acamada cremos que já era portadora de diabetes mas minha vovó era uma peço sem recursos do sertão de Minas e naquela época não se falava de diabetes. Atualmente a minha mãe se encontra mesmo com anos de tratamento utilizando 2 insulinas duas vezes ao dia e além ser hipertensa já fez 2 pontes de safena e não fez 3 por que não deu para o médico fazer,seus batimentos cardíacos estão fracos entre 54 a 59 e para piorar ela está com insuficiência renal com apenas 10% dos dois rins funcionando e não aceita a hemodiálise antes prefere morrer e portanto que com apenas estes 10% dos rins ela esta se mantendo com dieta naturalista e vegetariana mas se recusa a hemodiálise ela confia muito no Deus de Israel e no acredita muito no tratamento.
    Ela poderia te dar maiores informações do quadro clinico dela se você puder fazer a gentileza de nos ligar ou enviar um endereço ou fax para que nós lhe enviasse os relatório médicos e exames de laboratório que são recentes.O nosso telefone é (16)33367254 o nome dela é Maria Luzia Silva o meu telefone (16)33226645. E caso você possa nos atender em Ribeirão podemos ir aí qualquer dia pois tenho um irão que trabalha aí e vai todos os dias,Há nos somos de Araraquara. Obrigada pela atenção.
    Andréia


  • Angela
    15/09/2010 - 15:34

    Dr. Júlio, boa tarde.

    Tenho 48 anos e fiquei diabética com 36. Já fiz os exames e foi constatado que é tipo I. Meu pâncreas não produz mais a insulina.
    Estou tomando 26 u da Lantus (lenta) pela manhã, faço 03 testes por dia e conforme o resultado, tomo a Apidra após os 03 testes.
    Já existe alguma pesquisa para este tipo de diabetes?

    Obrigada,

    Angela

  • Silvana Rocha
    01/06/2011 - 17:32

    Dr. Júlio boa tarde,

    Sou portadora sintomática do vírus HTLV1, gostaria de saber se já existe alguma pesquisa com células tronco e se já tem algum grupo de cobaias. Se já houver gostaria de participar. Aguardo contato.

  • Maria Lucia
    19/09/2011 - 23:49

    Dr.Julio boa noite,
    Sou portadora de doença diesminilizante inespecífica. Ainda não chegaram a concluir em EM onde minha marcha ficou muito comprometida.Gostaria de saber se existe alguma pesquisa com celula tronco para poder participar.Fico no aguardo,muito obrigada.

  • sonia
    25/12/2011 - 21:15

    MEU FILHO E´PORTADOR DE EM ,GOSTARIA DE SABER DA POSSIBILIDADE DELE PARTICIPAR DE PESQUISA COM CELULAS TRONCO OU OUTRO TIPO DE PESQUISA.MUITO AGRADECIDA, FICO AGUARDANDO RESPOSTA, SEU TRABALHO E´MARAVILHOSO !

  • josé auricchio junio
    29/12/2011 - 10:12

    Sou portador de retinose pigmentar e gostaria de saber a respeito do tratamento com células tronco.
    Se possível me informar o e-mail do dr Voltarelli.
    Agradeço a atenção,José.

  • Gabriela
    18/01/2012 - 10:11

    Olá dr. Julio C. Voltarelli.
    Fiquei impressionada com seu trabalho. Parabéns!!
    Gostaria muito de participar dessa pesquisa com celulas tronco, pois tenho diabetes tipo 1, que descobri a 04 meses. Segundo meu médico, meu pancreas tem algumas celulas, mas estão morrendo!! Então, se possível o quanto antes me mande uma resposta, quero fazer essa esperiência, mesmo correndo o risco de não dar certo.! Muito obrigada!

  • Sandra
    18/01/2012 - 19:57

    Gostaria de me inscrever para pesquisa, tenho 46 anos, tenho artrose nos joelhos, no pé e artrite também!

    Obrigada

  • Aparecida Sperduti
    22/01/2012 - 16:56

    Sr. Dr. Júlio:
    Sonho com a cura, através de célula tronco, para minha artrose severa que já me custou próteses nas articulações dos dois joelhos, bacia direita, ombro direito, além de 24 pinos na coluna vertebral devido desabamento de vértebras. E, atualmente, sofro com dores também na costela flutuante do lado direito. Mas é um sonho e uma esperança pé-no-chão. Se contribuir com sua Equipe de Estudos já me dou por satisfeita. Se contribuir para tratamento de pessoas como eu, melhor ainda. Se for beneficiada com o tratamento, melhor melhor...
    Sua fã, que aguarda ansiosa por resposta desse grupo de trabalho.
    Ah! Estou já com 69 anos completos, mas meu organismo tem respondido muito bem às cirurgias que já fiz.

  • sandra
    24/01/2012 - 14:51

    Boa tarde,gostaria muito,mas muito mesmo de receber ajuda através do tratamento com células tronco!tenho 43 anos e desde os 11 anos de idade venho sofrendo terríveis dores nos joelhos,de alguns anos pra cá descobri que sofro de condropatia patelar,e também de mais ou menos 8 anos pra cá venho sentindo dores muito fortes na coluna,chegando a travar mesmo! fiz ressonância e descobri que tenho discopatia degenerativa L3,L4.NÃO ESTOU MAIS SUPORTANDO TANTAS DORES! NÃO POSSO PEGAR PESO,ANDAR MUITO,TENHO MUITA DIFICULDADE NO MEU TRABALHO.FAÇO USO DE TRAMAL,MAS POUCO ADIANTA,FISIOTERAPIA AJUDA POUCO TBM.GOSTARIA DE PODER REALIZAR UM TRATAMENTO ATRAVÉS DAS CÉLULAS TRONCO.É MINHA ÚLTIMA ESPERANÇA!POR FAVOR ALGUÉM ME AJUDE

  • lucilaine
    29/01/2012 - 21:04

    Meu pai teve um tumor benigno a 10 anos que foi tirado, perto da médula ,
    deixando séquela , hoje está atrofiando as mãos e entortando as pernas, ele sonha em ficar bom queria que fosse cobaia para o transplante medular desde já agradeço obrigado e espero resposta

  • JULIANA
    23/03/2012 - 19:29

    OI MEU NOME É JULIANA GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA POIS O MEU PAI TEM DIABETES, GOSTARIA DE SABER SE SOU COMPATÍVEL A ELE? MESMO SE MINHA RESPOSTA NÃO FOR SIM GOSTARIA DE SER DOADORA, SOU DOADORA DE SANGUE MAS FAZ UM PERÍODO QUE NÃO DOU, GOSTARIA DE AJUDAR SE FOR POSSÍVEL TENHO 24 ANOS SOU SAUDÁVEL NUNCA TIVE PROBLEMAS DE SAÚDE , ME DE UMA RESPOSTA. OBRIGADA DESDE DE JA

  • jose roberto
    17/04/2012 - 13:43

    Sou portador de artróse no quadril esquerdo, tenho muita esperança na cura com celulas tronco, gostaria de me inscrever.
    Desde já agradeço.
    Muito obrigado.

  • Cleber L Assis
    05/09/2012 - 18:07

    Sofri meningite meningocócica e sou portador de sequelas; gostaria de receber notícias nesta area. Obrigado!!

  • vinicius a azevedo
    10/09/2012 - 17:22

    como vai dr julio,sou medico oftalmologista com 40 anos ,atleta,e tenho artrose do quadril direito q esta me impedindo de levar o dia a dia sem dor ,tem integridade do acetabulo e da cabeca do femur,o espaco articular e de 1mm.exxiste a possibilidade do tto com cel troco,grato um abraco.

  • sirlene
    19/01/2013 - 21:19

    Boa noite, minha mãe tem artrose na cabeça do femur e ja esta com muita dificuldade para andar, sente muita dor, ela tem tambem fibrose no pulmão , o que dificuta mais ainda uma provavel cirurgia;
    Os riscos, mesmo assim ela quer operar.
    Não se sabe ainda a causa dessa fibrose.

  • Carmen Castellar
    15/07/2015 - 16:02

    Boa tarde, Dr. Julio. Sou portadora de retinose pigmentar e, gostaria de obter informações para o tratamento com células tronco. Agradeço. Att. Carmen Lúcia

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