Pé Diabético: causas, sintoma e tratamento - Diabetes, Vida e Comunidade

Pé Diabético: causas, sintoma e tratamento

08/06/2014 - A Crítica


O paciente com diabetes tem em seu diagnóstico altas taxas de açúcar no sangue, e fica mais propenso a desenvolver alguns males que acometem os pés, como a neuropatia e a doença arterial periférica.

A neuropatia provoca a perda de sensibilidade, ou seja, o indivíduo passa a não sentir mais dor e a não perceber alterações de temperatura, propiciando o surgimento de feridas.

A doença arterial periférica diminui a circulação do sangue nas pernas e pés, devido ao estreitamento, ou mesmo à obstrução por placas de gordura, dos vasos sanguíneos, e isso prejudica a cicatrização de qualquer machucado que apareça nessas regiões.

A explicação é simples: já que os glóbulos brancos células de defesas do organismo são os responsáveis pela regeneração da pele, quanto menos sangue passar pelos vasos, menor será a capacidade de recuperação daquela área.

O pé diabético está diretamente relacionado à falta de tratamento adequado do diabetes. Pacientes que controlam corretamente seus níveis de açúcar no sangue, ou seja, a glicemia, bem como as taxas de triglicéride e de colesterol, e que ainda se mantêm dentro do peso considerado normal, muito provavelmente não terão complicações.

Toda e qualquer ferida deve ser tratada. Dificilmente ela irá cicatrizar sozinha. Se o ferimento for superficial, a primeira providência é lavar o local com água e sabonete neutro. Depois, desinfete com álcool 70%.

Quando o corte for profundo e necessitar de um curativo, faça-o com material limpo e esterilizado. Procure, então, a ajuda de um profissional de saúde e avise que você é diabético.

É possível que, mesmo com todos os cuidados, uma ferida se agrave, por isso a observação e os cuidados diários do local machucado são muito importantes. Até porque a simples ausência de dor não significa que tudo esteja bem.

Alguns sinais dão pistas de que a ferida piorou: inchaço, sensação de latejo, vermelhidão, queimação e formação de pus. Ao perceber qualquer um desses sintomas, o diabético deve procurar um profissional de saúde imediatamente.

Uma simples lesão nos diabéticos, especialmente nos que estão no grupo de risco, pode se agravar rapidamente, levando à gangrena. E a única solução, nesse caso, é a amputação parcial ou total do membro. Portanto, cuide-se.

Pessoas com diabétes devem ter cuidados especiais com seus pés, examiná-los diariamente para verificar se há lesões ou qualquer outra alteração, como calos, verrugas, micoses e hidratar diariamente a região para afastar o risco de fissuras e ressecamento.

Nunca tente retirar calos em casa. As unhas devem ser cortadas periodicamente evitar que encravem e infeccionem, sem a retirada da cutícula. Então consulte com freqüência uma equipe especializada nos tratamentos do Pé Diabético.

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