Dia Nacional do Diabetes - Pets não estão livres da doença - Diabetes, Vida e Comunidade

Dia Nacional do Diabetes - Pets não estão livres da doença

24/06/2014 - Segs


Assim como os humanos, cães e gatos também sofrem de diabetes e a incidência do tipo 1 é a mais comum no reino dos pets. Sede excessiva, aumento de quantidade da urina excretada, perda de peso e às vezes incontinência urinária estão entre os principais sintomas nos bichinhos. "Trata-se de uma doença silenciosa que traz complicações ao animal quando não tratada", alerta a veterinária Karina Mussolino, da Pet Center Marginal.
 
A doença se caracteriza por uma deficiência hormonal que reduz a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar. Enquanto o tipo I é o mais comum, atinge cerca de 90% dos animais, ocorre quando as células do pâncreas não produzem insulina suficiente, precisando de reposição diária do hormônio. Já o tipo II ocorre quando o corpo produz insulina, porém o corpo não utiliza corretamente o hormônio.
 
Vale destacar que os cães com diabetes, apesar do aumento de apetite, também apresentam grande perda de peso. "O diabetes é uma doença silenciosa e que se não tratada adequadamente pode trazer diversas complicações para o animal. Quanto antes for descoberta a doença, melhor os resultados do tratamento", destaca a veterinária da Pet Center Marginal.
 
O diabetes é fator de risco para o desenvolvimento de diversas complicações, como infecções do trato urinário, do aparelho respiratório e catarata, que pode levar a perda total da visão. As raças mais predispostas ao de diabetes são os Poodles, Dachshunds, Labradores, Golden Retrivers, Huskie Siberianos e Yorkshire Terriers.
 
O diagnóstico da doença é confirmado com a realização de exames laboratoriais, como exame de sangue e de urina. "Em alguns casos o animal permanece internado durante 24 horas para um acompanhamento aprofundado do nível glicêmico, assim o veterinário testa a eficácia da dose de insulina que deve ser administrada para controlar o diabetes", diz.
 
O tratamento do diabetes tipo I em cachorros inclui a administração diária de insulina, dieta, programa de exercícios e controle de doenças simultâneas. Nos casos do diabetes tipo II não é necessária a aplicação de insulina, apenas o controle da alimentação e a prática de exercícios. "Hoje temos alimentos diet para animais e diversos medicamentos que garantem a qualidade de vida do cachorro diabético. É preciso, porém, muita atenção do dono para dar continuidade ao tratamento e levar sempre o animal ao veterinário, pois só o profissional poderá definir qualquer mudança no tratamento que está sendo aplicado", destaca.
 

Sobre a Pet Center Marginal
Maior rede de pet shops e clínicas veterinárias do país, a Pet Center Marginal conta hoje com 27 lojas em 13 cidades distintas, incluindo São Paulo e litoral, Grande São Paulo e Interior, Brasília, Goiânia e Rio de Janeiro. Atualmente, duas unidades prestam atendimento 24 horas - a Marginal Tietê (Av. Presidente Castelo Branco 1.795, Pari) e a megaloja da Av. dos Bandeirantes 2040, Brooklin.

As unidades oferecem um mix de 20 mil produtos, como roupas, acessórios, brinquedos, alimentos, centro de estética com banho e tosa e uma série de produtos exclusivos. As lojas da rede são divididas em Pet Safari, com aves, roedores e peixes, espaço de venda para produtos, setor de aquarismo, farmácia veterinária, clínicas veterinárias, venda de filhotes e espaço para feiras de adoção que acontecem nos finais de semana.

O grupo também conta com centro veterinário de alta complexidade, na avenida Pacaembu, 1.140, em São Paulo, onde há centro cirúrgico, UTI, sala de internação com serviço onde o tutor pode se internar com o pet, além de exames de diagnóstico em equipamentos de última geração (raio-x digital, ultrassom com doppler). A Pet Center Marginal oferece ainda um programa de fidelidade no qual o cliente recebe 10% do valor de compras acima de R$ 150,00 para consumir no mês seguinte.

A rede ainda cobre ofertas anunciadas pela concorrência e devolve a diferença. Uma série de projetos sociais são mantidos ou apoiados pelo grupo, como o “Eu Alimento Animal Carente”, que reverte parte dos alimentos vendidos às ONGs apoiadas por cada megalojas. Já no projeto “Meu Novo Amigo”, as unidades oferecem um espaço aos finais de semana para ONGs realizarem feiras de adoção.
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