Falta remédio em farmácia mantida pelo governo, denuncia internauta - Diabetes, Vida e Comunidade

Falta remédio em farmácia mantida pelo governo, denuncia internauta

25/09/2014 - G1


Além do gasto extra, o homem reclama que o filho corre riscos, caso não mantenha a medicação. “Ele é cardiopata, tem hipotireoidismo e a minha indignação é porque coloca-se em risco a vida de pessoas. É um descaso, se ele parar de tomar, pode ter um infarto. Não é um favor prestado, mas algo previsto em lei. Além do mais, meu filho tem outras exigências, que oneram o orçamento, a exemplo de alimentação, terapia, exercícios, outros remédios. Enfim, fica muito caro, algo em torno de R$ 2.500. O medicamento que o governo fornece já traz um alívio. Essa situação não é exclusiva nossa, há muitos em posição parecida. Eu mesmo presencio idosos retornando para a zona rural ou municípios vizinhos sem alguma medicação da qual precise”.

A Farmácia de Pernambuco é mantida com verbas públicas e deve fornecer gratuitamente medicamentos especializados de uso contínuo e de alto custo usados no tratamento de doenças crônicas e raras, segundo o portal da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Amaral diz que já entrou em contato com a Ouvidoria SES, mas o posicionamento só é dado em 60 dias.

Nota da Redação: a assessoria de imprensa da SES informou em nota que, "há um ano, o Estado incorporou à Farmácia de Pernambuco o programa de insulina, que, atualmente, distribui cinco tipos desse medicamento considerados mais complexos. Da lista, a insulina glargina (nome comercial Lantus) já está em fase final de compra. No total, serão adquiridos 20.704 unidades (solução injetável) do medicamento, em um valor total de mais de R$ 1,2 milhão. A expectativa é que, no início de outubro, o estoque da unidade esteja abastecido". Sobre os materiais em falta, a assessoria não se posicionou.

A insulina glargina, além de agulhas nos tamanhos 4 e 5 milímetros, estão em falta na unidade da Farmácia de Pernambuco em Caruaru, no Agreste. O fornecimento é regulamentado pela Lei Estadual número 12.565 de 26/04/2004, que dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários aos inscritos em programas de educação para diabéticos.
Segundo o internauta Alfeu Amaral, administrador de 48 anos inscrito no programa, os atendentes informam que não há previsão para o fornecimento. “O meu filho de 17 anos tem Síndrome de Down, além ser diabético, e necessita utilizar seis caixas do tipo mensalmente - já que toma cinco doses por dia. Cada unidade custa R$ 140. Com desconto, gasto cerca de R$ 700 por mês, só nessa medicação, fora nos materiais necessários para a aplicação. Como as agulhas para a caneta e lançetas para a medição de glicose. Disponibilizaram uma caneta, mas sempre me dão um refil que não cabe nela. Ou seja, não adianta”.

 

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