“Oficina da Diabetes” prepara mulheres imigrantes para cuidar de pessoas com diabetes - Diabetes, Vida e Comunidade

“Oficina da Diabetes” prepara mulheres imigrantes para cuidar de pessoas com diabetes

27/11/2014 - RCM Pharma


São quarenta as mulheres imigrantes que, no âmbito da Oficina da Diabetes, estão agora preparadas para prestar cuidados a pessoas com diabetes. Este projeto da Fundação Ernesto Roma foi selecionado pelo Programa Cidadania Ativa, da Fundação Calouste Gulbenkian, e arrancou em Fevereiro deste ano, com o objetivo principal de formar mulheres imigrantes à procura de mais qualificação e emprego, em cuidados a crianças e idosos com diabetes.

"Com a Oficina da Diabetes, a Fundação Ernesto Roma utilizou as suas competências específicas na área da Diabetes para promover a inclusão de mulheres imigrantes, facultando-lhes ferramentas específicas que possam contribuir para a sua integração no mercado de trabalho. Após a frequência do curso, espera-se que as formandas se sintam capazes e confiantes, tanto na prática profissional, como no contato com possíveis empregadores", explicou José Manuel Boavida, diretor do Programa Nacional para a Diabetes e presidente da Fundação Ernesto Roma.
 
Pelas suas características e pelo tipo de população-alvo, a “Oficina da Diabetes” constituiu-se como uma oferta formativa inovadora, completa, intensiva e prática no âmbito dos cuidados diretos, especializada em Diabetes, com o patrocínio científico da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e da Direção-geral da Saúde (DGS).
 
Cada programa de formação teve a duração de 12 horas, com grupos de 10 mulheres, dividido em quatro módulos: “Cuidados à pessoa idosa com Diabetes”, “Cuidados às crianças com Diabetes”, “Práticas culinárias adequadas ao controlo da Diabetes” e “Atividade física para pessoas com Diabetes”.
 
A Escola da Diabetes da APDP acolheu este projeto nos espaços de excelência de que dispõe para o efeito: salas de formação, uma cozinha e um ginásio. Já a equipa de formadores contou com uma dietista, uma nutricionista, uma enfermeira, um chefe de cozinha e um professor de educação física.
 
Capacitar as mulheres imigrantes na prestação de cuidados a idosos e crianças com Diabetes e aumentar a sua qualificação profissional foram dois dos principais objetivos deste projeto, a que se juntam outros como: contribuir para o aumento da oferta formativa dirigida às comunidades imigrantes, promover a igualdade de oportunidades no acesso ao emprego, promover a integração no mercado de trabalho e a participação ativa na sociedade das mulheres imigrantes.
 
A “Oficina da Diabetes” insere-se no domínio da promoção dos valores democráticos e envolve a defesa dos Direitos Humanos, dos direitos das minorias e a luta contra as discriminações. Quanto ao Programa Cidadania Ativa, visa o fortalecimento da Sociedade Civil portuguesa e o progresso da justiça social, democracia e desenvolvimento sustentável. O Programa corporiza o apoio a Organizações Não Governamentais portuguesas e é financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants), sendo a Fundação Calouste Gulbenkian a entidade gestora.

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